Antes e Depois · As Diferenças
O agente usa as credenciais do responsável
Limites nunca definidos
Atos indistinguíveis dos da pessoa
Sem prova independente
O agente tem identidade e limites próprios
Autorização assinada (QTSP)
Verificada antes de cada ação
Recibo selado e verificável
*Aplica-se às ações mediadas pelo Agent Guard do ds|AgentID.
Serviço Qualificado DigitalSign
Ou seja, um documento assinado pela DigitalSign que diz o que o agente pode e não pode fazer.
Em seguida, verifica cada pedido e decide: permitir ou recusar a ação.
Finalmente, cada decisão fica com selo temporal qualificado e, portanto, auditável por terceiros.
A IA pode ser manipulada. No entanto, o que ela consegue fazer não muda. E cada decisão fica selada e verificável.
Cada pedido passa primeiro pelo Agent Guard e, em seguida, deixa um recibo selado. Desta forma, são quatro peças e uma verificação por pedido.
4 Passos · 2 Fases
Equipa de TI, jurídico, risco e negócio.
Responsável nomeado e QEAA da DigitalSign.
Agent Guard: permite ou recusa cada ação.
Recibo selado e selo temporal, com auditoria.
Assim, quem autorizou os limites, quando e com que âmbito fica provado. Consequentemente, isto ajuda a demonstrar diligência e delimita a exposição à responsabilidade civil, embora sem a eliminar.
Tudo o que não está permitido é recusado por omissão.
QEAA assinado pela DigitalSign ao abrigo do eIDAS 2.0.
Estado de validade verificado em tempo real.
Recibos com selo temporal qualificado, verificáveis.
Limites definidos por equipa multidisciplinar e autorizados pela administração.
Complementa IAM, API gateways e sandboxes. SDK Python/Node.
Cenário 1
Por exemplo, um cliente pergunta pela leitura do contador.
Permitido
Cenário 2
Em contrapartida, alguém pede o NIF e o estado da conta de outra cliente.
Recusado
Cenário 3
Numa reclamação, o agente obedece e tenta mudar dados.
Recusado
Cenário 4
Da mesma forma, dois agentes tentam enviar dados para fora.
Recusado
Note-se, contudo, que se trata de um ambiente de demonstração: empresa fictícia, modelo de IA interno fácil de manipular, QEAA em pré-produção.
O DS AgentID complementa, e não substitui, as sandboxes, os controlos de rede, o IAM e as API gateways. Por isso, para uma proteção completa, recomendamos agentes sem credenciais próprias, saída de rede negada por omissão, falha fechada e autorizações com o mínimo de privilégios necessários.
Os QEAA são um serviço qualificado de confiança introduzido pelo eIDAS 2.0. Concretamente, nos termos do artigo 45.º e do Anexo V do Regulamento, contêm a informação necessária para identificar o emissor, o titular, os atributos e o período de validade. Assim, no DS AgentID, o atributo atestado é a autorização do agente.
O DS AgentID pode apoiar as organizações no cumprimento de obrigações de governação. Por exemplo, a Diretiva NIS2 (artigo 20.º) exige que os órgãos de administração aprovem as medidas de gestão de risco de cibersegurança e supervisionem a sua execução. Da mesma forma, o Regulamento da IA (artigo 26.º) exige, nos sistemas de alto risco, supervisão humana por pessoas com competência, formação e autoridade, e a conservação dos registos gerados.
A aplicação a cada organização deve ser avaliada pelo respetivo departamento jurídico.
A credenciação da DigitalSign como QTSP e para a emissão de QEAA pode ser confirmada na EU Trusted List. O serviço qualificado é a emissão dos certificados e dos QEAA, dos selos e dos carimbos temporais; o Agent Guard e os SDKs são o software que aplica essa confiança nos sistemas da organização.
Não de forma percetível. Por exemplo, no nosso laboratório, a criptografia e a política demoram menos de 1 ms e um pedido completo demora entre 26 e 36 ms (mediana e percentil 95). Em comparação, um passo do modelo de IA demora entre 1 e 10 s. Note-se, contudo, que a medição foi feita num protótipo, com 500 chamadas e credenciais de teste.
Sim. Mesmo em tarefas simples, sem autorização formal o agente age com as credenciais do responsável. Consequentemente, os seus atos confundem-se com os de uma pessoa e o âmbito nunca foi definido nem autorizado por ninguém. Pelo contrário, com o DS AgentID o agente tem identidade e limites próprios e, além disso, cada ação fica provada.
O mínimo possível. Na prática, o DS AgentID integra-se através de um SDK (Python e Node) ou de uma Skill ou MCP para frameworks de agentes. Além disso, o Agent Guard pode ser instalado num gateway central, num gateway por serviço ou dentro do próprio serviço MCP.
Não. Pelo contrário, complementa-os. Estas camadas contribuem para conter o agente no seu ambiente. Por sua vez, o DS AgentID acrescenta uma autorização e uma prova verificáveis por terceiros.
Se o Agent Guard ficar indisponível, o agente deixa de conseguir agir. Ou seja, sem verificação, as ações são recusadas em vez de passarem sem controlo (falha fechada). Além disso, um agente comprometido não consegue apagar as provas. Isto porque cada decisão fica num recibo selado, com selo temporal qualificado, guardado fora do agente, e, portanto, qualquer alteração posterior seria detetada.
Não. No entanto, ajuda a demonstrar diligência e reduz o dano que um agente pode causar através das ações mediadas pelo Agent Guard, delimitando a exposição sem a eliminar. Em todo o caso, a avaliação jurídica de cada caso compete à organização.
Em primeiro lugar, a emissão é licenciada por agente e por ano. Depois, o Agent Guard funciona por subscrição, com estado de revogação em tempo real. Por fim, os selos temporais e a auditoria são prestados por volume, como serviço.
A IA é poderosa. Limite o que ela pode fazer. Comprove o que fez. Fale connosco sobre como definir os primeiros limites de um agente, emitir o respetivo (QEAA) e pôr o Agent Guard a verificar cada ação, e veja o DS AgentID a funcionar numa demonstração.
O DS AgentID integra-se no mesmo ecossistema de identidade digital da DigitalSign.
Aplica-se às ações mediadas pelo Agent Guard do DS AgentID. Informação de caráter geral, que não constitui aconselhamento jurídico.