DS Grafométrica
Recolha eletronicamente a assinatura dos seus clientes em formulários e documentos eletrónicos. Serve, por exemplo, para efeitos de RGPD, ponto de venda (POS) ou contratação de serviços — de forma fácil, segura e com plena validade legal. Para isso, a nova geração de tablets recolhe com precisão os dados de movimentos grafométricos que integram uma assinatura manuscrita. Entre esses dados incluem-se:
Desta forma, a assinatura eletrónica grafométrica torna-se o método mais completo e seguro para recolher dados biométricos. Além disso, garante níveis elevados de autenticidade face ao método tradicional em papel, sendo já uma solução testada e comprovada internacionalmente.
Antes de mais, a assinatura é efetuada num tablet especificamente desenvolvido para o efeito. Este permite recolher não só a imagem da assinatura, mas também, de forma mais relevante, a função grafométrica.
Esta função baseia-se em algoritmos estáticos e dinâmicos que recolhem e armazenam os dados de forma encriptada, diretamente no documento. Assim, torna-se possível realizar uma perícia por perito de caligrafia.
Além disso, também é possível utilizar tablets de outras marcas do mercado, desde que tenham as características técnicas adequadas.
Por fim, a assinatura grafométrica fica unicamente ligada ao signatário, sendo assim capaz de o identificar de forma segura e inequívoca no futuro.
Uma vez recolhida, a assinatura grafométrica é armazenada de forma segura e encriptada.
Assim, em caso de dúvida, falsificação ou repúdio, pode ser sujeita a perícia grafométrica pela Polícia Judiciária. Esta entidade possui formação certificada neste produto.
O objetivo é, portanto, apoiar uma decisão legal do tribunal, tal como já acontece hoje com as assinaturas em papel.
Aliás, esta formação foi ministrada no Workshop “Assinatura Biométrica”, organizado pelo Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária. Além disso, contou com a colaboração da DigitalSign – Certificadora Digital, SA.
Por sua vez, o evento decorreu no Novo Edifício-Sede da Polícia Judiciária, em 28 de outubro de 2016.
A simples recolha da imagem de uma assinatura num tablet não permite qualquer perícia posterior. Sem os dados grafométricos, torna-se impossível comprovar a identidade do signatário.
De facto, até um simples “copy & paste” de uma assinatura da internet pode produzir o mesmo resultado.
Em contraste, a nossa solução recolhe um conjunto completo de dados que elimina estes riscos. Assim, garante a robustez legal necessária para desmaterializar processos com total segurança.
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