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Notícias - GDC 2026 Genebra

Atestados de Atributos

DigitalSign na Global Digital Collaboration Conference

Governos, indústria e organismos de normalização reuniram-se em Genebra para debater os atributos verificáveis, numa altura em que a DigitalSign obteve a certificação para emitir QEAA.

A DigitalSign esteve presente na Global Digital Collaboration Conference 2026 (GDC26), em Genebra, representada por Miguel Cruz, Jorge Silva e Serafim Gomes. Além disso, a conferência reuniu líderes internacionais de governos, indústria, organismos de normalização e comunidades tecnológicas para debater o futuro da identidade digital e da confiança.

Assim, os trabalhos da conferência centraram-se sobretudo nos desenvolvimentos que estão a moldar o ecossistema digital global. Entre os temas em destaque estiveram, por exemplo, as EUDI Wallets, a European Business Wallet, a identidade organizacional, as credenciais verificáveis, a interoperabilidade e as infraestruturas de confiança transfronteiriças.

Muito além de provar quem somos

Aliás, os debates deixaram uma mensagem clara: o futuro da identidade digital vai muito além de comprovar quem alguém é. Portanto, cidadãos e organizações vão precisar de demonstrar, de forma segura, atributos fiáveis — funções profissionais, qualificações, licenças e poderes de representação.

DigitalSign certificada para emitir QEAA

Esta evolução tem igualmente especial relevância para a DigitalSign. Enquanto Prestador Qualificado de Serviços de Confiança, acreditado ao abrigo do Regulamento eIDAS, a empresa obteve recentemente a certificação para emitir Atestados Eletrónicos Qualificados de Atributos (QEAA).

Assim, esta certificação reforça a capacidade da DigitalSign para contribuir ativamente para o novo ecossistema europeu de identidade digital, permitindo emitir atributos com valor legal que podem ser apresentados através das carteiras de identidade digital europeias.

Colaboração e Casos de Uso Reais

Além disso, a GDC26 reforçou que o sucesso da adoção dependerá de uma colaboração efetiva entre emissores qualificados, fontes autênticas, fornecedores de carteiras digitais, entidades confiantes, autoridades públicas e empresas. Por outro lado, a interoperabilidade não pode ficar apenas nas normas e especificações: tem de ser testada e demonstrada através de casos de uso reais.

Por fim, para a DigitalSign, a participação na conferência foi uma oportunidade para partilhar conhecimento, reforçar relações e explorar novas parcerias.

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