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Cibersegurança
A abertura esteve a cargo de Luís Neves, Diretor Nacional da Polícia Judiciária, e de Carlos Cabreiro, Diretor da UNC3T, enquanto o encerramento, por sua vez, coube ao Contra-almirante António Gameiro Marques, do Gabinete Nacional de Segurança — um sinal claro, aliás, do peso institucional deste encontro.
Vários oradores destacaram, além disso, o papel central do Regulamento eIDAS na construção de uma sociedade digital segura. Nesse sentido, Nuno Pimpão, Tenente-Coronel do Gabinete Nacional de Segurança, abordou a relevância do regulamento; por sua vez, Fábio Rego, da DigitalSign, mostrou como o eIDAS mitiga o ciber-risco através do exemplo da faturação eletrónica; e, por fim, Apostolos Apladas, da Comissão Europeia, apresentou o caso dos serviços de confiança na própria Comissão.
Do lado da investigação criminal, por outro lado, Paulo Gonçalves, Inspetor-Chefe da Polícia Judiciária, trouxe um estudo de caso sobre phishing bancário. Por sua vez, César Afonso, também da UNC3T, refletiu sobre cibersegurança — ou seja, dos comportamentos individuais às práticas organizacionais. Já Ricardo Oliveira, da Eurotux, analisou, em seguida, a tipologia do cibercrime nas infraestruturas críticas nacionais.
Ainda neste âmbito, Álvaro Matos, Diretor Geral da DigitalSign, abordou a prevenção do roubo de identidade nos processos de identificação remota. Seguiram-se, depois, dois casos práticos de peso: por um lado, Pedro Silva explicou a gestão da ciber-informação no Banco de Portugal; por outro lado, Nuno Goes apresentou a desmaterialização de processos na EDP com segurança jurídica e informática. Do Brasil, por fim, Eduardo Magalhães de Lacerda deu a conhecer, ainda, a nova Carteira de Identidade Digital Nacional.
O wrap-up e a moderação da mesa redonda final estiveram, por sua vez, a cargo de Joana Mota Agostinho, Partner de Proteção de Dados da Cuatrecasas, e de Rogério Bravo, Coordenador de Investigação Criminal da PJ.
Por fim, e a título de conclusão, deixamos um agradecimento especial a todos os oradores, presentes e parceiros que se uniram à DigitalSign e à Polícia Judiciária: Gabinete Nacional de Segurança, Banco de Portugal, Comissão Europeia, Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, EDP, Cuatrecasas e Eurotux.
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